Nossa história

O Instituto Atlântica nasceu em 2025 com um propósito claro: unir ciência, memória comunitária e justiça climática para proteger a Mata Atlântica e seus biomas associados.

Fundado em Porto Seguro (BA) , na região do extremo sul da Bahia, o Instituto surgiu da percepção de que as mudanças climáticas não podem ser enfrentadas apenas com tecnologia, é preciso colocar pessoas, territórios e saberes diversos no centro da solução.

Desde sua fundação, atuamos com a convicção de que preservar a Mata Atlântica é também cuidar da saúde das comunidades, fortalecer a sociobiodiversidade e promover educação com recorte de gênero, raça e direitos humanos.

Missão

Promover ações climáticas com base na ciência, na valorização de saberes tradicionais e no fortalecimento de comunidades da Mata Atlântica

O que isso significa na prática?

Significa que não enfrentamos a crise climática apenas com dados e tecnologia, embora a ciência seja fundamental. Significa que reconhecemos os povos da floresta, das águas e dos territórios como protagonistas. Significa que cada projeto nosso só faz sentido se fortalecer quem vive e protege a Mata Atlântica no dia a dia.

Visão

Ser referência nacional em justiça climática, educação ambiental e sociobiodiversidade na Mata Atlântica até 2030.

O que queremos construir até 2030?

Um Instituto reconhecido não apenas pelo que faz, mas por como faz:
Com transparência, participação democrática e compromisso real com a igualdade racial, de gênero e com o combate a todas as formas de preconceito, incluindo etarismo e LGBTQIAPN+fobia.

Queremos que, ao falar de justiça climática no Brasil, nosso nome seja lembrado como sinônimo de ética, território e gente plural.

Valores

Nossos valores não estão apenas no papel, eles guiam cada projeto, cada parceria e cada decisão no Instituto Atlântica.

Ética e coerência: Não adianta falar de clima se agimos como qualquer instituição tradicional. Nossa conduta dentro e fora da Mata Atlântica é um só movimento.

Democracia participativa: Associados, voluntários e comunidades têm voz ativa. Não decidimos de cima para baixo.

Respeito à diversidade:O ambiente é feito de culturas plurais e pessoas plurais. Isso significa: mulheres, pessoas negras, indígenas, quilombolas, população LGBTQIAPN+, idosos e juventude periférica são prioridade em nossas ações.

Justiça climática é justiça socia: Não existe salvar o planeta sem salvar as pessoas que sempre estiveram na linha de frente, e na linha de risco. Racismo ambiental, violência de gênero e LGBTQIAPN+fobia também são emergências climáticas.

Defesa da natureza como bem comum: A Mata Atlântica não é mercadoria. É território vivo, memória e futuro. Nossa defesa é inegociável.

Compromisso

Esses valores se traduzem em compromissos concretos

Combate ao racismo ambienta: Projetos priorizam comunidades negras, indígenas e quilombolas mais expostas a enchentes, secas e poluição.

Igualdade de gênero: Lideranças femininas são estimuladas e ocupam espaços de decisão em todos os projetos.Enfrentamento à LGBTQIAPN+fobiaCriamos espaços seguros, acolhedores e com linguagem inclusiva em todas as nossas ações.

Combate ao etarismo: Valorizamos a sabedoria de idosos e idosas como guardiões da memória ambiental dos territórios.Protagonismo juvenil periféricoJovens da periferia são formados como lideranças climáticas e comunicadores comunitários.